domingo, 28 de junho de 2020

Investigar cocós e descobrir plantas carnívoras: quem se atreve?


O Livro das Plantas Carnívoras para Exploradores Corajosos (56 pp.) dá a conhecer algumas das plantas mais fascinantes do planeta. Estas predadoras implacáveis devoram insetos com as suas folhas pegajosas cheias daquilo que parecem ser pequenos dentes. São autênticas armadilhas mortíferas.

5 factos curiosos:
. As plantas carnívoras encontram-se em pântanos, pauis e sobre pedras e troncos de árvore, sítios onde nenhuma planta normal sobreviveria;
. A dioneia, também conhecida como Vénus-papa-moscas, é a planta mais famosa de todas;
. Cada planta desenvove a armadilha perfeita para a sua presa preferida;
. A planta carnívora com as maiores armadilhas é a Nepenthes rajah, que pode medir 35 cm de altura e ter uma largura de 18 cm;
. Existe um xarope para a tosse de drósera (um tipo de planta carnívora) e uma tisana feita com as suas folhas, excenete para doenças dos brônquios com a asma.


 A Verdade sobre o Cocó e Outras Pistas do Mundo Animal (64 pp.) é um guia fascinante, fácil de consultar e com ilustrações divertidas, que ensina a decifrar os rastos deixados por diferentes animais, desde esquilos a aves e até insetos. Torna-te um detetive da floresta e descobre toda a verdade por trás do cocó.

5 factos curiosos:
. Quanto maior é o animal, maior o cocó;
. Os elefantes fazem cerca de 70 kg de cocó por dia;
. O coelho consegue produzir 500 bolinhas de fezes num dia;
. As preguiças só fazem cocó uma  vez por semana. Cavam um buraco no chão  e enterram-no;
. Algumas lagartas põem cocó nas costas como camuflagem contra aves esfomeadas.

Agora que a escola acabou, a Booksmile lança dois livros perfeitos para miúdos curiosos pelo mundo que os rodeia e com vontade de pôr à prova as suas capacidades de investigação e exploração. Investigar os cocós de diferentes animais e explorar o universo das plantas carnívoras são as sugestões de atividades propostas por estes títulos originaisinformativos e divertidos. Chegam às livrarias amanhã, dia 29 de junho.

sexta-feira, 26 de junho de 2020

"Amigos até à hora do almoço" - Rodolfo Castro


"De manhã, a Teté estava a brincar em casa
quando ouviu chegar uma bicicleta.
NHIQUI ~ NHUQUI ~NHIQUI ~NHUQUI...
Na bicicleta vinha a sua amiga,
muito bonita e conversadora.
Uma galinha.(...)"


Texto e ilustração: Rodolfo Castro *
Revisão: Cláudia Almendra
Paginação: Rita Frade
Edição de autor - O Habitante

 
 In: #BibliotecasNaSuaCasa #vamosaissoRNBP 
"Amigos até à hora do almoço", por Rodolfo Castro.

* Nasceu na Argentina, renasceu no Uruguai e fez metamorfoses no México e voltou à vida em Portugal. É professor, formador, escritor, ilustrador e é sem dúvida, o melhor contador de histórias do mundo.

Um livro simplesmente delicioso, com uma história acumulativa sobre os animais, a amizade e os jogos do faz de conta das crianças.

terça-feira, 23 de junho de 2020

Parabéns, Duarte!

Para ti um postal do livro "Um Dia em Que os Lápis Voltaram a Casa"

PARABÉNS, Duarte!
 

domingo, 21 de junho de 2020

Coração de pássaro | Debaixo das pedras - Coleção AKIPOETA


Nasce a coleção AKIPOETA 

A AKIARA inicia AKIPOETA, uma coleção dedicada à poesia e à beleza dos detalhes, com um novo formato vertical, títulos escritos à mão, papel rugoso, encadernação com fio à vista (mais artesanal, que permite abrir o livro completamente) e textos e ilustrações muito cuidados, criando um conjunto cheio de delicadeza e sensibilidade que nos convida a redescobrir a magia da vida e a beleza dos pormenores.


Coração de pássaro é o primeiro título da coleção AKIPOETA, escrito pela poeta valenciana Mar Benegas e ilustrado pela artista portuguesa Rachel Caiano (com tradução de Maria João Moreno). Trata-se de um conto muito belo sobre o nascimento da poesia e do amor. Mostra-nos um universo poético onde tudo é possível, cheio de metáforas e imagens sugestivas, potenciadas por ilustrações espontâneas e inocentes, feitas integralmente com pincel e apenas três cores (o preto, o vermelho e o azul).
 Debaixo das pedras é um canto aos pequenos detalhes e às maravilhas da natureza, escrito pela Arianna Squilloni e ilustrado por Laia Domènech (com tradução de Maria João Moreno). Parte, tal como explica na Introdução, das recordações que a autora tem da aldeiazinha do norte de Itália onde passava férias com os avós. Estas lembranças de episódios na natureza aparecem em cada poema, com o tom curioso, surpreendido e muitas vezes divertido de uma menina. As ilustrações, evocativas e cheias de sensibilidade, deixam respirar o branco do papel e a beleza do texto.

Depois de um confinamento que nos privou do contacto com a natureza, esta coleção convida-nos a parar e a contemplar, a saborear a beleza dos pormenores, a fazer voar a imaginação e a recuperar a primavera que perdemos. Trata-se de dois livros que têm gosto a cerejas, a terra e a mar; dois livros para ler, observar, cheirar e tocar.

Idade recomendada: + 9 anos

sábado, 20 de junho de 2020

A menina Gotinha de Água

"Era uma vez 
uma menina
chamada 
Gotinha de Água. 

A menina 
Gotinha de Água 
vivia 
no mar sem fim. 
E era linda, 
tão linda, 
vestida de esmeralda 
e luar.
(...)"

Esta é a história de uma gotinha de água e do percurso que realiza ao longo da sua vida. A gotinha vive no mar juntamente com as suas irmãs gotinhas e com elas faz grandes viagens, sofrendo sempre várias transformações. A gotinha transforma-se em chuva, em fonte, em ribeiro, em rio, regressando depois a casa. É o ciclo da água relatado de uma forma poética e didática.

Nos anos 60, Papiniano Carlos publicou «A Menina Gotinha de Água», uma obra de literatura infantil que contribuiu decisivamente para a renovação deste género literário em Portugal, nomeadamente no que respeita à sua função na educação das crianças. Agora numa nova edição, ilustrada por Henrique Cayatte e editada pela Assírio & Alvim.

Texto: Papiano Carlos
Ilustração: Henrique Cayatte
Edição: Assírio & Alvim

Este livro fará parte da Programação Estudo em Casa - RTP Memória na segunda-feira, 22 de junho 2020 para 1º e 2º ano (Português).

Recomendado pelo PNL para o 2.° ano de escolaridade, destinado a leitura orientada - Grau de Dificuldade II, e integra as Metas Curriculares de Português para o ensino básico (2.° ano).

Viagem ao Património Português

 "Mal passam a porta de desembarque,  
a Sara e o Tomás procuram logo pelos avós.
 —— Ali estão eles! —— grita a Sara, entusiasmada. 
As crianças correm na direção do casal, que de imediato os recebe e abraça fortemente. 
—— Meu Deus, vocês estão tão crescidos! —— dizem em uníssono os avós, com a voz embargada pela emoção de rever os seus netos ao fim de quase um ano de separação.
 —— Eu cresci oito centímetros este ano! —— afirma o Tomás, esticando-se em bicos de pés, orgulhoso. —— Deve ser por causa da comida inglesa...  
—— O Tomás gosta, mas eu não! Estou desejosa de comer a tua comida, avozinha! —— declara a Sara, abraçando a avó.—— 
Ah! Ah! Ou não fosse a gastronomia um importante património cultural do nosso país! —— graceja o avô Zé. 
—— O que é o património cultural, avô? —— pergunta o Tomás, confuso.—— O património cultural é o conjunto de elementos de uma cultura, produzidos ao longo dos tempos, que recebemos dos nossos antepassados.
—— Mas o património não são os monumentos, avô? A minha professora já falou nisso —— acrescenta a Sara, segura do seu conhecimento.
 —— São, mas não só! O património cultural não se limita aos edifícios, nem às coleções que encontramos nos museus. Há muitos tipos de património! O património edificado, o património cultural imaterial..."

Texto: Rita Jerónimo
Ilustração: Rita Jerónimo
Edição: Fábula

Neste livro vais conhecer o património de Portugal, nomeadamente aquele que foi reconhecido pela UNESCO. Mas o que é isso do «património»? Na viagem que fizeram com os seus avós pelo país, a Sara e o Tomás encontraram a resposta a esta pergunta. Visitaram monumentos da história de Portugal, percorreram centros históricos que testemunham a cultura dos povos que por lá passaram e deliciaram-se com paisagens que espelham a relação do Homem com a Natureza.

quinta-feira, 18 de junho de 2020

O Reino do Coral

O Reino de Coral  conta com texto de Laura Knowles e ilustrações de Jennie Webber. Cada página está repleta de criaturas marinhas para descobrir e desfrutar. Através de rimas suaves e ilustrações belíssimas, a história explora o ciclo da vida, a diversidade e a cor do ecossistema de recifes de coral, bem como as ameaças que estes enfrentam e o que podemos fazer para os salvar. 

Texto: Laura Knowles
Ilustração: Jennie Weber
Edição: Fábula

SOBRE AS AUTORAS

LAURA KNOWLES
É autora de vários álbuns ilustrados de não-ficção, incluindo Começa Numa Semente, que recebeu o prémio Margaret Mallett de não-ficção infantil em 2017. Dá preferência aos temas de animais e natureza graças ao seu amor pela história natural, pelas palavras e pela arte.

JENNIE WEBBER
Ilustradora e designer gráfica, especializada em gravura. Tem especial interesse em temas ligados à natureza e à sua conservação. De animais incomuns, a vida marinha e botânica, as suas ilustrações ajudam a compreender o mundo natural.

O que podemos fazer para ajudar a proteger os recifes de coral?

Reduzir a poluição do ar * Poupar energia * Usar menos água * Plantar árvores * Jardinar com consciência * Separar o lixo * Mergulhar com sensatez * Espalhar a mensagem

Chegou esta semana às livrarias.

quarta-feira, 17 de junho de 2020

O Rapaz que Contava Histórias

"Às vezes, à noite, a terra lá fora transforma ‑se num lindo oceano. Um oceano tão vermelho como o sol e tão profundo como o céu. Fico deitado na minha cama, com os pés da Queeny encostados à minha cara, e ouço as ondas baterem na tenda. A Queeny diz que sou estúpido por dizer este tipo de coisas. Mas é verdade. Ela é que não consegue ver, mais nada. A nossa mãe diz que há algumas pessoas no mundo que conseguem ver todos os fragmentos escondidos do universo soprados pelo vento do norte e espalhados por entre as sombras. A Queeny nunca se esforça por olhar para as sombras, nem sequer é capaz de franzir os olhos. Mas a minha mãe vê. Ela também consegue ouvir o oceano.— Consegues ver, mamã? — murmuro, tateando o seu sorriso na escuridão. De manhã, com o chão ainda molhado e cheio de espuma nos locais onde as ondas se quebraram, sento ‑me e descubro as centenas de animais que a água trouxe até à tenda..."

Texto: Zana Fraillon
Edição: Topseller Bliss

Subhi e a família são refugiados. Foram obrigados a fugir da sua terra natal, onde eram constantemente perseguidos e alvo de perigos iminentes.Quando finalmente chegaram a um país mais seguro, foram conduzidos, sob escolta e proteção, a um centro de detenção, onde passaram a viver. O centro está localizado numa zona isolada do país, longe das pessoas e das cidades.A família de Subhi, como outras famílias de refugiados, tem de viver no centro de detenção até que o governo se manifeste sobre os seus direitos e decida onde eles devem morar. Subhi nasceu no centro de detenção. O centro é o único lugar do mundo que conhece. Subhi tem apenas nove anos. 
E esta é é a sua história!

Um romance sobre a força transformadora das histórias. 
Um livro extraordinário que todos, jovens e adultos, deveriam ler.
Idade recomendada: + de 12 anos


No próximo sábado, 20 de junho, assinala-se o Dia Mundial do Refugiado, instituído em 2001 pela Assembleia-Geral das Nações Unidas. Numa altura em que a pandemia de Covid-19 e os recentes protestos anti-racistas vieram pôr em evidência as desigualdades sociais, o tema da campanha deste ano é «Cada ação conta», relembrando que todos podemos ter um papel na criação de um mundo mais justo, inclusivo e igualitário.

sexta-feira, 12 de junho de 2020

O Dia em Que me Tornei Pássaro

"No dia que começou a escola, apaixonei-me.
Era a primeira vez.
À tarde em minha casa fiz um desenho dela.
E depois outro.
E mais outro.(...)
Candela e eu estamos na mesma turma.
Está sentada mesmo à minha frente.
Ela é tudo o que eu vejo.
Mas ela não me vê. (...)"

Texto: Ingrid Chabbert
Ilustração: Guridi
Edição: The Poets & Dragons Society

   
Video: Maria cOntarolante de Maria João Viegas

"Há livros que guardamos no coração pela simplicidade, pureza e intensidade, outros pela beleza, lirismo e graciosidade Simples e de frases curtas, a narrativa na primeira pessoa possibilita uma intimidade com o leitor, partilhando com ele o maior dos segredos – o amor. “No dia em que começou a escola, apaixonei-me”. Intensa e comovente a história do menino que se apaixona, pela primeira vez." in: PNL

Este livro fará parte da Programação Estudo em Casa - RTP Memória na segunda-feira, 15 de junho 2020 para 1º e 2º ano (Português).

Marie Curie - Coleção Pequenos Livros sobre Grandes Pessoas

Marie Sklodowska Curie,  nasceu na Polónia, mais precisamente em Varsóvia, no ano de 1867, foi uma das mais perseverantes e inspiradoras personalidades da ciência. Recebeu dois Prémios Nobel, sendo a primeira mulher a receber este galardão. 
Descobriu novos elementos químicos, conduziu pesquisas pioneiras no ramo da radioatividade e ajudou a desenvolver importantes tratamentos para o cancro. Mas esta dedicação à ciência teve consequências irreparáveis na sua saúde. Morreu em 4 de julho de 1934 de leucemia provocada pelos efeitos ainda desconhecidos da radiação.

Texto: Isabel Thomas
Edição: Fábula
Coleção: Pequenos Livros sobre Grandes Pessoas

Esta é uma coleção de biografias para crianças, com um visual moderno e atrativo, repleta de ilustrações muito coloridas. 

Idade recomendada: + 9 anos

quarta-feira, 10 de junho de 2020

10 DE JUNHO | DIA DE PORTUGAL | Dia de Luís de Camões | Dia das Comunidades Portuguesas

 LUÍS DE CAMÕES
Ilustração de João Vaz de Carvalho

Luís Vaz de Camões morreu neste dia em 1580, considerado o maior poeta da língua portuguesa e dos maiores poetas da Humanidade, autor de "Os Lusíadas". Em sua homenagem,  o dia 10 de junho é Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades;
Muda-se o ser, muda-se a confiança.
Todo o mundo é feito de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades;
Diferentes em tudo da esperança:
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem (se houve algum) as saudades.
 (...)

Luís Vaz de Camões, in "Sonetos"

Lendas Portuguesas para o Dia de Portugal

Para assinalar o Dia de Portugal (10 de junho), sugerimos o livro Lendas Portuguesas Contadas de Novo (ed. Fábula), de Ana Ventura com ilustrações de Alberto Faria.
As lendas portuguesas são poções mágicas e a História de Portugal um dos seus ingredientes mais fantásticos. Ana Ventura preparou no seu caldeirão algumas dessas lendas plenas de assombro e factos reais, e acrescentou pitadas de maravilhas, humor e imaginação. Ao texto, Alberto Faria adicionou imagens originais e divertidas que acrescentam sabor a estas poções.
Texto: Ana Ventura
Ilustração: Alberto Faria
Edição: Fábula
Narrativas incluídas no livro: Lenda da Lagoa das Sete Cidades * Lenda do Galo de Barcelos * Lenda das Amendoeiras em Flor * Lenda dos Corvos de São Vicente * Lenda do Milagre das Rosas * Lenda da Padeira de Aljubarrota * Lenda das Mouras Encantadas * Lenda da Serra da Estrela.

Portugal dos Pequenitos - 80 anos

Situado em Coimbra, Portugal dos Pequenitos ou Portugal dos Pequeninos como é popularmente referido, é desde 8 de junho de 1940, um parque lúdico-pedagógico destinado às crianças.
O parque caracteriza-se por apresentar construções em escala reduzida representando monumentos e outros elementos sobre a cultura e o património português, em Portugal e no mundo. Este parque temático, construído como espaço lúdico, pedagógico e turístico, tem sido visitado, ao longo das oito décadas, por várias gerações de portugueses.

terça-feira, 9 de junho de 2020

Será o Mar o Meu Lugar? - novidade!


"Com um chape, o Tomé entrou no mar
de uma forma confusa.
«Talvez seja outra de nós»,
pensou a medusa.
Mas as riscas do Tomé eram muito direitas e os seus tentáculos somente dois.
Apenas flutuava no mar, sem saber o que fazer depois.
Como vês, sem o saber,
o TOMÉ
não era uma medusa qualquer.
E foi então que algo
TERRÍVEL aconteceu.
Alguém
ENGOLIU o TOMÉ! (...)"

O Tomé flutua no mar como os animais do oceano. E tem cores vibrantes. Mas ele não é uma medusa nem mesmo um peixe de escamas brilhantes. O pobre Tomé está confuso! Quem é ele, afinal?
 
Com ilustrações muito divertidas e apelativas aliadas a uma história cativante, esta é a leitura ideal para crianças com preocupações ambientais e para os pais e professores, que tentam cada vez mais sensibilizar novas gerações para este assunto de extrema importância.

Texto: Sarah Roberts
Ilustração: Hannah Peck
Edição: Booksmile

Um livro essencial para despertar a consciência ecológica dos mais pequenos. 
Diz não ao plástico. Protege os oceanos!
Idade recomendada: + 4 anos

Nas livrarias a partir de 15 de junho.

segunda-feira, 8 de junho de 2020

"Contar com o mar"

Dando continuidade à linha editorial dos livros-projeto da Lupa Design, esta nova publicação aborda a temática do oceano. A importância do mar, um bem de natureza ambiental e cultural, é revelada de forma lúdica e educativa para os mais novos, e privilegia uma abordagem artística, científica e literária. Assim, Contar com o mar tem como objetivo estimular a curiosidade, convidar à pesquisa, à criatividade e à reflexão, contribuindo ainda para promover a sustentabilidade ambiental e a cidadania ativa.

Textos: Danuta Wojciechowska
Ilustração: Danuta Wojciechowska
Design: Danuta Wojciechowska, Joana Duarte da Silva e Mariana Fortes
Introdução: Teresa Pina (Oceanário de Lisboa)
Consultadoria científica: Teresa Pina (Oceanário de Lisboa)
Consultadoria pedagógica: Cláudia Almendra
Edição: Lupa Design
  
Seguindo pistas sugeridas nestas páginas, espantar-nos-emos com a beleza e a riqueza do mar, tomaremos consciência do impacto das nossas ações nos oceanos, e descobriremos um mar de ideias para construirmos um futuro melhor.

Idade recomendada: 5 aos 12 anos

domingo, 7 de junho de 2020

"Super Aspie" - livro sobre Síndrome de Asperger


O Super Aspie é um livro para crianças, jovens e graúdos que nos leva, na pele do Super Aspie e de forma simples e divertida, a conhecer algumas das caraterísticas das pessoas com Síndrome de Asperger.

"Olá! o meu nome é...
Não, não quero que vocês me conheçam pelo meu nome,
prefiro que vocês me conheçam por Super Aspie.
Tenho 8 anos e tenho a certeza de que irei ser o maior
e melhor Super-Herói de todos os tempos. 
Sabem porquê? Porque tenho um super poder,
muito especial e único, chamado Síndrome de Asperger. 
Não percebem o que significa ter Síndrome de Asperger? 
Então, entrem comigo nesta aventura e fiquem 
a conhecer tudo sobre esta condição, 
que faz de mim um Super-Herói!"

Autor: Associação Portuguesa de Síndrome de Asperger 
Edição: APSA em parceria com Betweien

“Super Aspie” é uma iniciativa da Associação Portuguesa de Síndrome de Asperger em parceria com a BETWEIEN – Inovação na Educação que pretende explicar a Síndrome de Asperger às crianças.

O livro já está disponível na loja online da APSA e da BETWEIEN.

sexta-feira, 5 de junho de 2020

"A Rã dos Três Olhos" de Olga de Dios

A Rã dos Três Olhos está a crescer num lugar contaminado. Salta muito alto para entender o que se passa. Rapidamente descobre que quer mudar as coisas. Será que consegue fazê-lo sozinha?

Autor: Olga de Dios
Edição: Livros Horizonte


Um livro que celebra a procura de soluções positivas, valorizando-se sempre o ambiente.

quinta-feira, 4 de junho de 2020

"A Festa da Bicharada"

"No  país da bicharada
  houve uma grande festança
  com muita comida e dança.
  Que tarde mais animada!
  Nenhum bicho se atrasou
  e, sendo embora animais,
  foram todos pontuais
  e a folia começou. (...)

  Reunidos em manada,
  vacas, bois e elefantes
  (e até búfalos gigantes)
  fizeram  sua entrada. (...)"

"Certo dia, na floresta,
houve divertida festa
e os animais convidados
juntaram-se, p´ra função,
em grupos a que se dão
uns nomes muito engraçados."

Texto: Manuela Ribeiro
Ilustração: Ana Paula Otero
Edição: Hora de Ler

Os livros infantis, são um material privilegiado para o professor trabalhar na sala de aula. No livro "A Festa da Bicharada", a escritora Manuela Ribeiro apresenta um texto com rima fácil, para ensinar aos mais novos os substantivos coletivos

Recomendado para crianças do pré-escolar e primeiro ciclo.

domingo, 31 de maio de 2020

1 de junho - Dia Mundial da Criança

Foto grupo da Educadora Manuela *

"As pessoas crescidas têm sempre necessidade de explicações... Nunca compreendem nada sozinhas e é fatigante para as crianças estarem sempre a dar explicações..."
 In: "O Principezinho", Antoine de Saint - Exupéry

* Foto do Prémio "Maleta da Marieta" - 2012 (grupo da Educadora Manuela N.)

quinta-feira, 28 de maio de 2020

"Corre, corre, cabacinha"

                             
"Era uma vez uma velha muito velha, mãe de muitos filhos e avó de muitos netos. Vivia numa casa escondida na floresta, sabia como ninguém fazer pão de ló, arroz-doce, coscorões e papas de farinha com mel.(...)"
 
Esta história tradicional portuguesa é uma das retomadas por Alice Vieira, que recuperam criteriosamente narrativas populares orais. A ilustração é de qualidade em todos os volumes, que têm o formato e as características do álbum. Se lidos em voz alta, estes recontos conquistam o ouvido e a atenção dos mais pequenos, em especial pela arte com que são recuperados aspectos fundamentais da narrativa oral tradicional, como a constância das fórmulas introdutórias, a reiteração dos verbos de acção, as frases de forte acento rítmico, as rimas internas e a prosa entremeada de pequenos textos em verso.
É história  muito popular que tem a ver com a esperteza de uma velha avó, que consegue escapar a um lobo esfomeado.

Texto: Alice Vieira
Ilustração: José Miguel Ribeiro
Edição: Caminho


CORRE,CORRE CABACINHA História Tradicional Portuguesa In: Flashart


A partir dos 4/5 anos, com apoio de um adulto

quarta-feira, 27 de maio de 2020

"A lagartinha muito comilona"

"À luz da Lua, um pequenino ovo descansava numa folha. Num domingo de manhã o sol quente chegou e PLOC!..., de dentro do ovo saiu uma lagartinha magra e esfomeada." 

Eric Carle concebeu este livro em 1969, apesar da passagem do tempo, ele mantém toda a sua frescura e actualidade, sendo uma das obras mais conhecidas do autor: foi traduzida em mais de 30 línguas e vendida a mais de vinte milhões de pessoas em todo o mundo. O ciclo vital de uma lagarta, desde que sai do casulo até se transformar numa borboleta, é o fio condutor da história. Seguindo a narrativa, os leitores percorrem assim os dias da semana, os números e conhecem um amplo sortido de frutas e outros manjares gulosos. O curso da natureza faz com que a pequena lagarta cresça consideravelmente até ao momento em que constrói o casulo e se dá, posteriormente, a metamorfose. Nas páginas centrais do livro destaca-se ainda o baixo-relevo, através do qual se representam partes da lagarta durante a progressiva ingestão de comida. 

 A natureza é um elemento de referência constante na obra de Eric Carle, que também introduz conceitos de utilidade para que as crianças aprendam a mover-se no mundo que as rodeia. A técnica da colagem é outro dos recursos deste autor, que utiliza um método muito pessoal, à base de papéis pintados à mão que depois transforma em imagens cheias de cor. 

Autor: Eric Carle
Edição: Kalandraka

Temática: o ciclo vital, as cores, os números, os dias da semana, os alimentos  
Idade recomendada: primeiros leitores 
Aplicações: conhecer a natureza; a metamorfose; adquirir vocabulário; outros 

PROPOSTA DE ATIVIDADE
Monotipia simétrica - pintura surpresa (borboleta)

Dobrar uma folha ao meio;
Abrir o colocar pingos de tinta apenas de um lado da folha;
Fechar a folha e espalhar com a ajuda das mãos a tinta;
Abrir devagar e colocar a secar.

Vamos fazer uma surpreendente borboleta colorida!...

segunda-feira, 25 de maio de 2020

"O sapato que miava"

                                      "Dona Velha
                                       tinha um gato:
                                                    era um gato bem gatinho,
                                                    era um gato riscadinho,
                                                    chamado gato Deodato.

                                                    Dona Velha também 
                                                    tinha um velho par
                                                    de sapatos.

                                                    Eram sapatos 
                                                    enormes, bem macios.

                                                    Eram sapatos bem
                                                    velhos, os tais sapatos 
                                                    da velha, Dona Velha,
                                                    a do gato.

                                                    Aquela velha que
                                                    tinha dois sapatos...
                                                    e tinha um gato. (...)
Texto: Sylvia Orthof
Ilustração: Ivan Zigg
Edição: FTD - Brasil


Dona Velha morava numa casa velha e tinha um gato que dormia em seu sapato. Certo dia ela foi à feira e, distraída, calçou o sapato com o gato dentro, que miava todo esmagado. Ao passar por um Velho simpático, que passeava com seu cachorro, formou-se a confusão: o cachorro do Velho saiu correndo atrás do sapato da Velha, que fugiu muito assustado. E agora?